28 setembro 2005

Michelin na F1


MICHELIN É CAMPEÃ MUNDIAL COM FERNANDO ALONSO


Fernando Alonso (Renault-Michelin) entrou para a história ao se tornar o piloto mais jovem a ganhar o Campeonato Mundial de Fórmula 1, após obter a terceira posição no Grande Prêmio do Brasil, em Interlagos, São Paulo. Fernando Alonso, que estreou na Fórmula 1 em 2001, conquistou o título com 24 anos, 1 mês e 27 dias. O recorde anterior pertencia ao piloto brasileiro Emerson Fittipaldi, que tinha 25 anos, 8 meses e 29 dias quando conquistou o título mundial em 1972, em Monza, Itália. Quarto piloto a conquistar um título mundial com pneus Michelin, Fernando Alonso é o primeiro a obter este feito após o retorno da marca aos Grandes Prêmios de F1, em 2001. Este título fecha com chave de ouro um ano extraordinário para a Michelin, que dominou a temporada com suas sete escuderias parceiras.


Após 17 Grandes Prêmios realizados num total de 19 na temporada, a Michelin já obteve 16 vitórias, 16 pole-positions e 14 melhores voltas em corrida. Seus parceiros monopolizaram 41 lugares no pódio num total possível de 51, e marcaram 543 pontos nos 663 disponíveis.


A Michelin também já assegurou o título mundial de construtores, embora suas duas parceiras, Renault e McLaren Mercedes, ainda estejam na disputa pelo Campeonato. Este duplo êxito da Michelin foi obtido durante a primeira temporada do novo regulamento da F1, que impõe aos pilotos os mesmos pneus para os treinos de classificação e a corrida. Ao longo dos sete últimos meses, as escuderias correram em cinco continentes e as vitórias da Michelin em uma grande variedade de condições climáticas destacam o inigualável rendimento e a durabilidade de seus pneus. A marca também demonstrou sua superioridade nas outras categorias, como no Campeonato Mundial de Ralis e no Campeonato Mundial de MotoGP. Além disso, não podemos nos esquecer na oitava vitória consecutiva na mundialmente famosa 24 Horas de Le Mans, a prova de resistência mais exigente do mundo

Bentley Continental (conversível)




A Bentley Motors apresentou esta semana ao público o novo Continental GTC. Trata-se de uma versão conversível para quatro ocupantes da linha Continental, que já conta com os modelos GT e o quatro portas Flying Spur. A novidade deve chegar às lojas européias no começo de 2006.

Entre as primeiras informações dadas, a marca divulga que o desenvolvimento do carro priorizou a performance. O conversível conta com velocidade máxima de 304 km/h, tração nas quarto rodas, motor de 12 cilindros, sistema de tração integral AWD e suspensão adaptativa. O interior traz detalhes feitos a mão e acabamentos em madeira e couro.

Este é o segundo modelo conversível da atual linha da Bentley, seguindo o Azure, que começará a ser vendido no primeiro semestre de 2006.

O Continental GTC tem linhas desenvolvidas pelo brasileiro Raul Pires, chefe de design exterior da Bentley Motors.

Atualmente, o modelo Continental GT pode ser importado por R$ 1,1 milhão.

Da redação Autoesporte

26 setembro 2005

Alinhamento de Direção





ALINHAMENTO DE DIREÇÃO

Para que seu carro não saia da linha, você precisa saber de alguns detalhes de como, quando e porque deve fazer o alinhamento (geometria) de rodas. O alinhamento é especificado pelo fabricante do veículos a fim de oferecer uma maior eficiência de rolamento, melhor dirigibilidade e otimização do grau de esterção e durabilidade dos pneus. Qualquer alteração que ocorra nas especificações de alinhamento, ocasionada por impacto, trepidação, compressão lateral e desgaste dos componentes da suspensão, poderá comprometer o bom comportamento do veículo. Ou, ainda, provocar um desgaste irregular e prematuro da banda de rodagem. Para entender melhor a importância do alinhamento, verifique os itens a seguir.



CONVERGÊNCIA

Convergência é o ajuste das rodas direcionadas, de modo que fiquem mais fechadas na extremidade dianteira do que na traseira.


DIVERGÊNCIA

Divergência é a condição oposta à convergência. Neste caso, as rodas estão mais abertas na extremidade dianteira do que na traseira. Se os valores especificados para a convergência das rodas estiverem alterados, a banda de rodagem dos pneus apresenta um desgaste irregular em forma de "serra", que provocará um alisamento acelerado da mesma.




DIVERGÊNCIA NAS CURVAS

Para fazer uma curva, a roda interna (com relação a traseira ) deverá esterçar mais do que a externa, a fim de produzir a necessária divergência para efetuar esta curva com segurança, Após efetuar a curva, esta situação de divergência deve cessar, retornando ao paralelismo especificado. Se o ângulo de giro especificado para uma roda interna estiver fora das recomendações, todos os pneus do veículo sofrerão um desgaste excessivo nas curvas, em conseqüência do arrasto a que são submetidos.




CASTER

É o ângulo de inclinação para frente (negativo) ou para trás (positivo) do pino mestre ou braço de suporte do eixo na parte superior, com relação a um plano vertical. O caster é responsável pela estabilidade direcional do veículo. Pouco ou nenhum caster ocasionará um bamboleio na roda, resultando em desgaste acentuado em pontos localizados da banda de rodagem de um pneu. Veja ex. abaixo.

O caster desigual faz com que a roda puxe para um lado, provocando um desgaste irregular da banda de rodagem do pneu. O caster excessivo originará um desgaste total e prematuro da banda de rodagem do pneu.




CAMBER

O camber é determinado pela inclinação da parte superior da roda, para dentro ou para fora do veículo, em relação a um plano vertical. A cambagem pode ser positiva ou negativa. A cambagem excessiva provoca um desgaste mais acentuado no ombro do pneu. Se o camber for positivo, o desgaste será no ombro externo; se for negativo, o desgaste será no ombro interno do pneu.



Por isso recomendamos a cada 7.000Kms faça uma revisão no alinhamento da direção de seu veiculo!
Lembrem-se é mais barato manter do que consertar!